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"Os filmes tocam profundamente o seu público. As personagens dão vida às nossas – frequentemente ocultas – lutas e emoções e dão-nos exemplos de como também nós poderemos reagir. Retratam um mundo muito real, um Mundo Africano ameaçado pelo HIV e em que os heróis aprendem a combatê-lo.” Rebecca Vander Meulen, Conhecimento é Poder, Lichinga, Moçambique
“Não há dúvida de que o sucesso dos filmes do HISTORIAS DE AFRICA se deve a dois elementos chave. Primeiro, são úteis quer a nível de campanhas de prevenção – para o público em geral e também para grupos específicos particularmente vulneráveis – quer no fomento de melhores apoios e cuidados prestados às pessoas que vivem com o HIV. Segundo, os filmes do HISTORIAS são produtos genuinamente africanos – concebidos por Africanos, escritos para Africanos e produzidos por Africanos. Por África e pela África. Isso é extremamente importante. Uma das mais-valias dos filmes do HISTORIAS DE AFRICA é o facto de serem relevantes e, depois de terem sido dobrados nas línguas locais, culturalmente apropriados em toda a África Subsaariana.” Dr. Abdon Goudjo do Benin, FCI/AFD Consultor Técnico do Programa Nacional de Controlo da SIDA do Congo/Brazzaville
“Os jovens identificam-se com o processo e com os filmes. Mesmo que um determinado filme não tenha sido escrito por um Malaio, os nossos jovens identificam-se com ele, pois apercebem-se de que foi escrito por outro jovem e os jovens vêem, amiúde, as coisas de forma semelhante. Esse é, no meu ponto de vista, o aspecto mais interessante e torna o HISTORIAS DE AFRICA único.” Moulaye Ismael Dicko, CESPA, Mali
"As pessoas assimilam as mensagens dos filmes e não é raro ouvir jovens repreenderem os amigos tendo por base o comportamento das personagens da série do HISTORIAS." Professora, Dapaong, Togo, para avaliador externo.
“A popularidade dos filmes do HISTORIAS não me surpreende. ... Retratam e difundem mensagens sobre o que sempre se quis dizer, mas não se sabia como. Os filmes do HISTORIAS têm muita procura.” ONG associada, Malawi
[Os filmes do HISTORIAS são] "... uma ferramenta extraordinariamente atraente, sedutora, convincente e versátil que usámos vezes sem conta em questões diferentes, em situações diferentes, com públicos diferentes, em línguas diferentes, sempre com o mesmo extraordinário impacto." Gary Engelberg, Africa Consultants International, Senegal, para avaliador externo
“Considero-os uma boa forma de falar sobre a pandemia da SIDA...: informar os jovens mas, ao mesmo tempo, abrir-lhes vias para uma acção pessoal numa determinada situação; não os sobrecarregam com informação, mas ajudam-nos a ver um novo horizonte. Por essas mesmas razões, considero o HISTORIAS extremamente positivo; é uma forma inteligente de abordar a questão.” Kidi Bebey, Camarões, Radio France Internationale
"Magnificamente concebidos, sensíveis e ricos. ... São verdadeiramente extraordinários – há algumas preciosidades especiais entre eles. ... As vossas histórias permitem que as pessoas se sintam apaziguadas. Sei que o permitem porque o observei nas minhas aulas quando recorri a elas. O que quero dizer é que não fazem parte do jogo da informação como muitos outros, mas do processo de apaziguamento das pessoas; isso que, para mim, distingue o HISTORIAS DE AFRICA é por isso que gosto do vosso trabalho." Professor Universitário, África do Sul
"É importante recordar o que implica a criação de um filme do HISTORIAS. Quando o texto de um jovem é seleccionado como vencedor do concurso, é cuidadosamente adaptado antes de ser filmado. Esse processo de adaptação inclui reuniões com as pessoas que vivem com o HIV/SIDA e directores de associações que trabalham no terreno, a nível da comunidade e que sabem, melhor que ninguém, como abordar estes temas. Ao ver-se um filme do HISTORIAS DE AFRICA, fica-se rapidamente com uma noção do trabalho e das estratégias envolvidas no processo de produção e que tornam as mensagens tão fortes." Olga Kiswendsida Ouédraogo do Burkina-faso, vencedora do concurso internacional do HISTORIAS em 1997 e 2000, membro do júri internacional em 2008.
“A redução do estigma é um elemento crucial não só da prevenção, mas também dos cuidados, do tratamento e dos apoios. Nos filmes do HISTORIAS vemos todo o tipo de pessoas HIV+ e HIV- – novas e velhas, homens e mulheres, rapazes e raparigas. Os filmes mostram-nos pessoas infectadas e afectadas que têm bons empregos, posições importantes e um nível académico superior. Em suma, os filmes ajudam-nos a encarar as pessoas HIV+ como normais. Tenho um grande apreço pelo contributo do HISTORIAS a este nível.” Boniface Hlabano, Matabeleland AIDS Council, Zimbabué
“Creio que o aspecto mais importante do HISTORIAS DE AFRICA é mostrar imagens positivas de PVHS. Não há um único filme do HISTORIAS DE AFRICA que mostre uma PVHS que não seja dignificada e responsável." Dr. Fatim Louise Dia Mme Diack, ACI, Senegal
“Sou um voluntário do Peace Corps destacado na Zâmbia para dar formação sobre o HIV/SIDA para populações surdas. Recebi uma cópia dos filmes do HISTORIAS DE AFRICA enviada pelo meu director PEPFAR. Considero que tem uma qualidade extraordinária e fiquei bem impressionado á nível geral. Quero aplaudir-vos particularmente pela atenção de incluírem a linguagem gestual nos vídeos (e o interprete era muito bom!) "
“Metade do trabalho foi feito ao tornar os filmes amplamente acessíveis. Agora, cabe aos que trabalham no terreno usá-los, e essas pessoas necessitam de uma formação relevante. É de importância vital para o sucesso do projecto dar formação aos que utilizarão os filmes em campanhas de prevenção e em actividades destinadas a melhorar a qualidade de vida daqueles que vivem com o HIV.” Benjamin Mbakwem, CYDI, Coordenador Nacional do HISTORIAS na Nigéria |
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Os Filmes
Desde o lançamento do projecto, em 1997, foi produzido um total 33 filmes do HISTÓRIAS DE ÁFRICA, baseados em ideias vencedoras dos concursos; uma média de três filmes por ano. Alguns ou todos eles, cuja duração varia entre os 2 a 15 minutos, estão actualmente disponíveis em 28 línguas (incluindo a linguagem gestual).
Os filmes do HISTORIAS são criados pelos realizadores mais aclamados de África, entre eles a realizadora mais famosa do continente, Fanta Régina Nacro do Burkina-faso, e quatro homens que conquistaram o grande prémio do Festival de Cinema Pan-Africano (FESPACO, os Óscares africanos): Cheick Oumar Sissoko do Mali, Newton I. Aduaka da Nigéria, Idrissa Ouédraogo do Burkina-faso, e Abderrahmane Sissako da Mauritânia.
Os filmes são eficazes no estímulo do diálogo e da reflexão pessoal sobre a SIDA; na melhoria das atitudes em relação aos mais afectados pela epidemia e, desse modo, ajudam a combater a estigmatização e a discriminação; a encorajar as pessoas a protegerem-se da infecção. São extremamente valorizados por emissoras de televisão, ONGs e OBCs, escolas e empresas de todo o continente e além deste.
Documentos com sinopses dos filmes do HISTORIAS DE AFRICA e conselhos para serem utilizados de forma eficaz, bem como uma tabela de uma página em Excel com os 33 títulos dos filmes e os tópicos relativos ao HIV por eles abordados, podem ser consultados na secção do guia de utilização dos filmes. Os argumentos (diálogos) dos filmes em Inglês, Francês, Português e em muitas outras línguas estão disponíveis na página de dobragem de filmes. Estes argumentos são, frequentemente, úteis para professores que usam os filmes de HISTÓRIAS em cursos de línguas e para os que usam as suas tramas como base para peças de teatro comunitário.
A produção de novos filmes do HISTORIAS DE AFRICA, baseados em ideias vencedoras da edição de 2007/8 do concurso e que abordam temas actuais e fundamentais relacionados com o HIV, começará durante o ano de 2009.
Siga os links para visionar individualmente os filmes em streaming media (ligação de alta velocidade recomendada). Descarregue uma versão gratuita do RealPlayer.
Agradecemos os vossos comentários sobre os filmes do HISTORIAS DE AFRICA, em especial para que possamos garantir que as próximas curtas-metragens serão o mais úteis possível. Por favor partilhem as vossas opiniões connosco em info@globaldialogues.org. Obrigado. Bons filmes!
33 filmes de grandes realizadores africanos
baseados em ideias de jovens africanos:
A Mercearia, realizado por Idrissa Ouédraogo do Burkina Faso; baseado numa ideia original de Olga Kiswendsida Ouédraogo, de 20 anos, do Burkina Faso. (2’21” = 2 minutos e 21 segundos)
As Razões de um sorriso, realizado por Fanta Régina Nacro do Burkina Faso; baseado em ideias originais de Léandrine Baganda, de 23 anos, Bukavu, Rep. Dem. do Congo; Sheikh Omar Taal, de 15 anos, Banjul, Gambia; Ndlangamandla Phindile, de 20 anos, e Ndlangamandla Zanele, de 16 anos, Nhlangano, Swaziland; Danga Essigué Désiré, de 20 anos, Kélo, Chade; Samira Gomes Furtado, de 17 anos, Praia, Santiago, Cabo Verde; Celestine Nnodim, de 22 anos, Owerri, Nigéria; Ninelle N’Siloulou, de 23 anos, Brazzaville, Congo; Madiène Niang, de 21 anos, Keur Massar, Senegal. (7’25”)
Vontade de ferro, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado numa ideia original de Malick Diop Yade, de 18 anos, do Senegal. (5’09")
Viagem segura, realizado por Newton I. Aduaka da Nigéria; baseado numa ideia original de Marcel C. Sourou Gninkinme, de 24 anos, do Benin. (7’56")
Só uma vez, realizado por Idrissa Ouédraogo; baseado numa ideia original do Sr. Diarra Diakhaté, de 17 anos, do Senegal. (2’17”)
Assembleia geral das doenças, realizado por Pierre Sauvalle dos Camarões e animado nos Estúdios Pictoon, em Dakar, Senegal; baseado numa ideia original de Mamadou Macki Bah, de 17 anos, do Mali; com a participação da estrela musical Senegalesa Ismaël Lô. (8’46”)
Os Campeões, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado em ideias originais de Abdoul-Razakh Cissé, de 22 anos, de Burkina Faso e Facely Jefami Millimono, de 19 anos, da Guiné. (14’57”)
A Grande Decisão, realizado por Hamet Fall Diagne do Senegal; baseado numa ideia original de Fatimata Bâ, de 21 anos, do Senegal. (12’55”)
Notas sexualmente transmissiveis, realizado por Abderrahmane Sissako da Mauritânia; baseado em ideias originais de Kossi Yesunyo Gossou, de 18 anos, do Togo e de Régis Nkouma, de 20 anos, da República do Congo. (6’54”)
A Árvore e o vento, realizado por Mahamat-Saleh Haroun do Chade; baseado em ideias originais de Adama Ouédraogo, de 20 anos, de Burkina Faso; Aïchata Diallo, de 21 anos, do Mali; e Badibalaki Wembie, de 18 anos, do Togo. (8’56”)
O Guerreiro, realizado por Idrissa Ouédraogo; baseado numa ideia original de Ami Badiane, de 14 anos, do Senegal. (2’39”)
Sempre alerta, co-realizado por Olga Kiswendsida Ouédraogo do Burkina Faso e Hamet Fall Diagne do Senegal; escrito por Hamet Fall Diagne. (9’17”)
Procura-se um homem corajoso, realizado por Kidi Bebey dos Camarões; baseado numa ideia original de Salimata Sy, de 11 anos, do Senegal. (6’10”)
Nunca sozinho, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado numa ideia original de Christian Abidi Businge, de 10 anos, do Uganda. (1’41”)
O Perito na matéria, realizado por Newton I. Aduaka; baseado numa ideia original de Jean Vincent Digbé Grobly, de 18 anos, da Costa do Marfim. (5’00”)
Uma História de amor, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado numa ideia original de Jean-Paul Brice Affana Affana, de 17 anos, Camarões. (7’25”)
Sob pressão, co-realizado por Olga Kiswendsida Ouédraogo e Hamet Fall Diagne; baseado numa ideia original de Oby Akaneme, de 23 anos, da Nigéria. (5’58”)
Aicha, realizado por Cheick Oumar Sissoko do Mali; baseado numa ideia original de Dieudonné Ouédraogo, de 16 anos, do Burkina Faso. (4’12”)
Só casando, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado numa ideia original de El Hadji Malick Seck, de 20 anos, do Senegal. (4’12”)
Esperança a dois, realizado por Cheick Oumar Sissoko; baseado numa ideia original de Andréa Ouédraogo, de 21 anos, de Burkina Faso. (5’53”)
A Voz da razão, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado numa ideia original de Haby Fall, de 20 anos, do Senegal. (4’50”)
O meu irmão, realizado por Cheick Oumar Sissoko; baseado numa ideia original de Justin Corréa, de 23 anos, Senegal; com a participação da estrela de Rap, Didier Awadi. (8’13”)
Conselhos de uma tia, realizado por Idrissa Ouédraogo; baseado numa ideia original de Aram Dièye, de 16 anos, do Senegal. (2’26”)
Tio Carlos, realizado por Cheick Oumar Sissoko do Mali; baseado numa ideia original de Cheikh Birahim Ndao, de 17 anos, do Senegal.
Boas Razões, realizado por Abderrahmane Sissako; baseado em ideias originais de Ndèye Diasse Samb, de 18 anos, do Senegal e Guy Merlin Wayap, de 21 anos, dos Camarões. (5’05”)
Apelo à acção, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado em ideias originais de Grace Dovi Nassiva, de 15 anos, do Ghana e Maman Lawali Tankari, de 20 anos, do Niger. (7’54”)
Ritmos de amizade, realizado por Cheick Oumar Sissoko, Ministro da Cultura da República do Mali; baseado numa ideia original de Chibuzo Mbata, de 23 anos, da Nigéria. (3’06”)
Premeiro passo, realizado por Abderrahmane Sissako; baseado em ideias originais de Sanwé Médard Kiénou, 20 anos, Burkina Faso; de Liliane Sipouwoua, 18 anos, Camarões e Carmelle Nadège Hounnou, 20 anos, Benin. (6’26”)
Paz de espírito, realizado por Fanta Régina Nacro; baseado numa história original de Olivier Kaboré, de 22 anos, de Burkina Faso. (8’33”)
O Essencial da questão, realizado por Mahamat-Saleh Haroun; baseado numa ideia original de Sandra Nsambi Nzali, de 20 anos, da República Democrática do Congo. (8’41”)
O Vulcão, realizado por Hamet Fall Diagne; baseado em ideias originais de Liboke Limpho, de 22 ans, do Lesotho, Egbeleye Azeezat, de 23 anos, da Nigéria, e Ntamba Alon Johnas, de 18 anos, da Tanzania. (8’38”)
Solidariedade Africana, realizado por Mahamat-Saleh Haroun; baseado em ideias originais de Ibrahim Barry, de 14 anos, do Mali e Margaret Marire, de 18 anos, do Quénia. (10’30”)
Ajuda inesperada, realizado por Cheick Oumar Sissoko; baseado numa ideia original de Olga Kiswendsida Ouédraogo, de 22 anos, do Burkina Faso. (4’21”)
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